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Apenas mais uma (reflexão) de Amor | Sincronicidade

Apenas mais uma (reflexão) de Amor | Sincronicidade Amar alguém é a coisa mais corajosa que uma pessoa pode fazer. T odo mundo sabe que o amor é complexo, piegas, intenso, incrível e também bastante perigoso. As pessoas passam a vida toda procurando uma forma de amar e ser amada, buscando encontrar conforto e sossego para poder compartilhar com alguém os momentos da vida. H armonia é um dos pontos mais difíceis, a maturidade para viver a paixão e o amor de forma racional, sem cair em conto de fadas ou esperar viver o amor dos filmes de Hollywood, uma tarefa absolutamente complexa, assim como é o amor. Manter a racionalidade em um relacionamento amoroso é de fato algo muito importante atualmente pra mim, mas como em qualquer tipo de relacionamento (não só amoroso), manter a racionalidade para que a harmonia esteja acima de tudo é o desafio diário.  A final de contas o amor não tem regra, idade ou receita, ele precisa ser vivido. Só assim pra tentar entender e aprender. Não existe id...

Aquele dos 30

Aquele dos 30. A nível de contexto: Hoje é dia 18 de Novembro de 2022 e exatamente ontem eu completei 30 anos de idade. Eu não queria escrever sobre isso, confesso que acho meio brega essa parada de usar aniversários como pretexto de reflexões e etc. Mas aí aconteceu uma parada que preciso externalizar… Inclusive, fica o alerta que é muito provável que esse texto seja em primeira pessoa, pois propositalmente quero abordar o fato como se fosse uma conversa minha comigo mesmo, em frente ao espelho da vida. Aperta o cinto que a viagem é longa. Uma das coisas que aprendi nos últimos dois é tentar (o máximo que der kkk) pensar e refletir antes de falar. Comunicação é o segundo tipo de arte que mais me encanta desde sempre (atrás só da música, obviamente) e ela me faz frequentemente pensar em como devo me comunicar com as mais diversas pessoas presentes na minha vida. Estou longe de ser qualquer expert no assunto, mas penso muito sobre isso. Como as pessoas me entendem? Como elas me ouvem? C...

Singular

Singular O mundo está cada vez mais singular, meus amigos. O "eu" está antes do "nós". Os dias passam, as notícias vem e vão, os objetivos, a correria, a reunião, o trabalho, o dinheiro… O planeta está doente da falta de pluralidade. Tudo por causa do "eu", esse maldito sentimento de poder, riqueza e influência que deixa as pessoas cada vez mais egoístas, pensando apenas no seu mundinho, seu status e seus bens.  A pluralidade está esquecida, o pensar no próximo quase não existe mais. É sempre a minha ideia, a minha opinião, a minha ideologia, a minha crença, os meus objetivos… eu, eu, eu, eu… sempre eu. Diálogos ficam insuportáveis, porque se tornam apenas uma batalha daquele que fala mais alto, que sofre mais, que teve a pior doença, que ganhou ou perdeu mais. Uma eterna disputa onde o prêmio é ter razão. A pluralidade de pensar no bem maior, na luta coletiva, na divisão onde todos participem, opinem e saiam satisfeitos, isso parece não existir mais. A in...

Cicatrizes

Cicatrizes. À Cicatriz  que ficou por um triz  mas que por sorte não atingiu a raiz. Passou por todo julgamento daquele que se sentia o juiz seguiu em frente como um eterno aprendiz. Foi chamado de infeliz mais fake que o bigode da fantasia abaixo do nariz. Comparado à atriz daquela série que abertura se passa no chafariz. Às cicatrizes que sempre debocham mas nunca se queixam  Das portas que abrem e nunca mais fecham. Ao machucado que dói um bucado e que fica alocado, te deixa encucado e até despirocado (me perdoe por ser mal educado, eu até sou dedicado a tentar falar mais sofisticado) pensando em merda e no significado do sentido da vida, ainda não identificado. Pode parecer um bando de palavra inútil  buscando rimas que façam sentido transparecendo o quanto minha mente é volátil fugindo daquele medo enrustido. Cada dia mais introvertido. pagando de versátil, tentando se provar útil. À Cicatriz  que dá calafrio de tanto temor onde a válvula de escape muitas v...

Quando a noite se torna dia, ou vice-versa. Fluência na linguagem do silêncio.

Quando a noite se torna dia, ou vice-versa. Fluência na linguagem do silêncio. Parte 1 - O silêncio que aprendi, que estou aprendendo. (eu acho, eu espero). Como é difícil ficar quieto, né? Hoje em dia, todo mundo tem uma opinião, todo mundo virou especialista em tudo, tudo vira debate e discussão. Nos tornamos uma sociedade que anseia por TER RAZÃO. Talvez a ansiedade nos trouxe isso. Atualmente nosso desespero pelo argumento perfeito nos deixa cegos e surdos até quando o outro está falando, fazendo as pessoas entrarem em inúteis discussões sobre absolutamente tudo e buscando aquele prazer de ter razão, de ter vencido a discussão. Eu comecei a me incomodar demais em ser essa pessoa, sabe? Como é difícil simplesmente aceitar que aquela é a opinião da outra pessoa e vida que segue. Mas, essa é mais uma vitória que a terapia me trouxe, entender a importância do saber ouvir e do ficar em silêncio quando necessário. Eu vim aqui dar aula sobre isso? Absolutamente não! Estou bem longe de con...

Paranóias Paradoxais

Paranóias Paradoxais Eu não aguento mais só queria paz  Pra ir atrás  Daquilo que o inverno me traz. Pra me sentir capaz Sentimento que perdi, aliás por conta de toda percepção de ser incapaz e definitivamente não conseguir entender o que me… satisfaz. Eu não aguento mais perceber que minhas lágrimas se tornaram normais  e que nunca mais algo que eu faça será demais pra ganhar de ti um falso like nas redes sociais. Pelo jeito eu não sou desses caras legais pois me deixei afetar por coisas triviais e boçais E hoje fico por aí culpando os mundos, os deuses e até meus ancestrais me apegando a bens materiais E pouco me importando com os sentimentos mais fundamentais  Eu não aguento mais e esses versos não são mais atuais pois as relações pessoais já ficaram para trás sobraram apenas essas paranóias paradoxais  que se tornam cada vez mais desiguais  entre cidades, estados, países e capitais. Do forte ao cais  da jaula aos animais eu não aguento mais  i...

Carta aberta e pública a mim mesmo

  Carta aberta e pública a mim mesmo. Esse é com certeza, disparado e de longe o texto mais difícil desses meus quase 30 anos. A ideia dele é escrever algo direcionado a mim mesmo, conversar comigo mesmo, como se fosse um diálogo em frente ao espelho. Mas, porque isso pode ser tão complexo? Pelo simples fato de que eu tenho medo. Sim, confesso que tenho medo de mim mesmo, medo dos sentimentos, medo daquilo que não fiz e medo daquilo que posso fazer.  Sabe aquele medo de morrer sem se aceitar? Aquele medo de chegar aos 70 (se é que vou), com a sensação de vazio? Imagino que não seja o único. Já adianto que esse texto pode ir por um caminho triste. Não pensei muito no desenrolar, mas apenas no tema. E dessa vez, se transparecer egocêntrico, me perdoem. Esses dias ouvi sobre um site que fazia você escrever um e-mail pra enviar pra você mesmo depois de anos, Deus me livre, eu não quero isso. Não quero ficar me lamentando daqui 10 anos sobre uma realidade que estou passando agora. ...