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Você não precisa tentar agradar todo mundo e sim se importar com todo mundo

Por mais que tenha boas intenções, se teu objetivo for agradar a todos, eu garanto que teu discurso vai soar raso e falso. E isso vai te enlouquecer. O título é auto explicativo e também auto reflexivo. Existe uma diferença enorme em liderar (ou ser liderado) com o foco de tentar agradar todo mundo versus a preocupação, o discurso e principalmente as ações que demonstrem que você se importa com todo mundo.  Comunicados ruins, feedbacks negativos (dar e receber), correções de rota e momentos de crise fazem parte da vida de cada um e passar por tudo isso é absolutamente normal.  Mas a comunicação tende a ficar muito mais assertiva e transparente a partir do momento que você se preocupa com discursos e ações empáticas, para que o time entenda todos os "porquês" que envolvem as tomadas de decisão. Agradar todo mundo é fora de cogitação, não tem como ter esse objetivo. Cada pessoa tem seus objetivos e decisões corporativas, muitas vezes caminham contra nossos valores pessoais e no...

Mentalidade Coletiva

Mentalidade Coletiva. Seguindo a série das reflexões de 15 anos de carreira, me peguei pensando em algo que sempre admirei quando uma instituição me proporcionou: Mentalidade Coletiva.  Trilhando o caminho que me levou até a enorme responsabilidade de liderar um time, isso é algo para entender e buscar evolução diariamente. E a partir dos meus valores, a chave está na importância da coletividade. Assim como um time de basquete, onde todos atacam e todos defendem. Jogadas são desenhadas para que cada jogador tenha uma movimentação específica em busca da finalização e consequentemente dos pontos. (Ou de impedi-los, no caso defensivo). Planejando a execução considerando os pontos fortes de cada atleta, seja defesa, rebotes, passes, arremessos de longa distância, distribuição de jogo e etc. Mesmo que o objetivo na jogada seja apenas se movimentar para abrir espaços ou atrair a marcação de outros jogadores e assim nem tocar na bola em si, mas fazer parte em busca do triunfo coletivo. Se...

…e se for assim, então eles não merecem gente como nós.

  …e se for assim, então eles não merecem gente como nós. Dias atrás (pensaaaava em você… kkkkk to brincando) eu tomei uma leve bronca da P.O do meu time por pedir desculpas demais, mesmo por coisas que a culpa não era minha. E isso me levou a essa reflexão a nível de tudo que já vivi em 15 anos de experiência no mercado de trabalho. Não foi a primeira vez, minha terapeuta já me disse isso também, talvez algumas coisas da minha criação respondam, mas de fato isso me levou a um caminho de reflexão voltado mais ao ambiente corporativo. Nós, enquanto classe trabalhadora e colaboradores de instituições corporativas, conhecemos e refletimos bastante sobre a síndrome do Impostor, que é caracterizada por pessoas que têm tendência à distorção da percepção de auto eficácia. Onde, o indivíduo constrói, na sua própria cabeça, uma percepção de si mesmo de incompetência ou insuficiência, se colocando nessa sensação de incapacidade. Esse não é um assunto tão incomum hoje em dia e isso é excelent...

Para minha amiga, (falta de) inspiração.

Para minha amiga, (falta de) inspiração. As ideias se organizam de forma aleatória na minha cabeça. Onde estão as inspirações? Tem épocas que elas absolutamente somem e vão para o além, onde parece impossível de encontrá-las. Isso definitivamente acaba comigo. Inspiração se pratica? Eu acredito que sim e sei dos métodos que existem para mantê-la ativa. Criar é (também) uma prática que assim como o próprio termo, precisa ser praticada, mas, (me perdoem o palavrão), puta que pariu, como é difícil praticar isso nesses períodos que parece que não tenho NADA a dizer, nem sequer pra mim mesmo.  Me sinto meio vazio quando não tenho nada a dizer. "Ah, mas que dramático". Eu sei, parece mesmo, não posso negar, mas é o sentimento. Vivo dizendo por aí que as pessoas precisam externalizar o que sentem, em pleno 2023 eu incentivo as pessoas a terem blogs, para poderem colocar no papel aquilo que sentem, como se fosse os tradicionais diários que outras gerações usavam. Porém, no fundo da ...

Observabilidade

Observabilidade Nas últimas semanas, tive a oportunidade de participar de uma excelente palestra sobre a área de Qualidade, apresentado de forma brilhante pelo Henrique Mergulhão, um dos QAs mais fodas que já tive o prazer de conhecer e trabalhar junto. E esse treinamento me trouxe algumas reflexões em relação a conhecimento, descoberta e aplicação dos conceitos dessa área. Reflexões não apenas para o ambiente corporativo, mas para qualquer área da vida, tamanha profundidade e clareza nas informações que absorvi.  A vida é um eterno aprendizado. Cada dia que passa a gente tem a oportunidade de conhecer mais coisas, absorver conceitos e tentar aplicá-los na dinâmica do nosso dia, seja profissional, pessoal, familiar e etc. Porém, quanto mais a gente sabe, menos a gente sabe! É a teoria da Ilha do Conhecimento, onde a ilha representa o conhecimento que temos, mas é rodeada pelo "mar do desconhecido" e isso simboliza tudo aquilo que ainda não temos. Portanto, mesmo que nossa ilh...

Do alto do meu quarto andar

Do alto do meu quarto andar. "Do alto do meu sexto andar, eu não vejo mais o pôr do sol nem o rio que eu aprendi a amar…" - Lucas Silveira. Se me permitem a inspiração. Do alto do meu quarto andar o sentimento é de angústia, às vezes. De pedir perdão por coisas que você nem tem a ver, mesmo depois de ficar repetindo várias e várias vezes o mantra "se o problema só existe na cabeça da pessoa, então o problema é dela" e bla bla bla. O sentimento é de angústia. O desejo é ter um gênio da lâmpada pra fazer apenas um pedido: PAZ (pra todos os problemas dos outros), porque os meus eu até sei como lidar, mas a angústia de ver gente cada vez mais dividida, cultivando ódio e brigando por assuntos mais inúteis. A paz dos outros me daria paz. Do alto do meu quarto andar eu não vejo mais as árvores que via, não escuto mais o som do telefone ou das inúmeras calopsitas. As pessoas caminhando na rua, a enxurrada ou os carros descendo e subindo. Do alto do meu quarto andar geralmen...

Comunicação e Pessoas

Comunicação e Pessoas Processos, ferramentas, pessoas e cultura. Os 4 pilares do DevOps que meu brother Eduardo Junque me ensinou lá por volta de 2018 (e eu sou eternamente grato a ele por todo ensinamento que dura até hoje. Amo você, mano!) continuam sendo peças muito importantes no profissional que sou hoje. E o fim do ano de 2022 me fez refletir bastante sobre meu propósito de vida, aplicação disso na vida profissional em relação a gestão de um time e o quanto nós estamos tirando esse discurso humanizado do papel, nos preocupando em deixar de parecer corte de podcast e efetivamente dando ferramentas ao time para que eles definitivamente tomem o protagonismo de suas carreiras. Será que isso está só no discurso? Enfim, reflexões… Obviamente, nada aqui é pra transparecer como "o exemplo a ser seguido", jamais busquei isso pra minha vida. Sou um profissional que apenas tenta estar em constante evolução e aprendizado e justamente por isso estou exposto a erros e acertos. Deixar...